A Vara de Execuções Penais de Brasília, que concedeu ao pedreiro Admar Jesus da Silva o direito à prisão domiciliar, recebeu um alerta do Ministério Público sobre a manutenção do maníaco à solta e pedindo rígida fiscalização sobre o ex-detento, para resguardar a dignidade e a integridade sexual de crianças. Expedido pela promotora Maria José Miranda Pereira em 14 de janeiro passado, quando quatro vítimas já tinham sido executadas pelo assassino confesso, o alerta poderia ter salvo a vida dos dois últimos rapazes.
"Foi uma conjugação absurda de erros", lamentou a procuradora. No seu despacho, escrito à mão, ela se mostra espantada com o fato de Admar ter sido solto. Alerta que "não existe ex-estuprador" e que, diante da "extrema gravidade dos ignóbeis crimes" praticados pelo sentenciado, condenado a 14 anos de prisão por violência sexual contra duas crianças em Brasília, em 2005, requereu a expedição imediata emissão de mandados "para fiscalização sistemática e reiterada" do pedreiro, que foi morar com a irmã em Luziânia.
"Foi uma conjugação absurda de erros", lamentou a procuradora. No seu despacho, escrito à mão, ela se mostra espantada com o fato de Admar ter sido solto. Alerta que "não existe ex-estuprador" e que, diante da "extrema gravidade dos ignóbeis crimes" praticados pelo sentenciado, condenado a 14 anos de prisão por violência sexual contra duas crianças em Brasília, em 2005, requereu a expedição imediata emissão de mandados "para fiscalização sistemática e reiterada" do pedreiro, que foi morar com a irmã em Luziânia.

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