A operação de captura de milicianos da chamada Liga da Justiça terminou na tarde desta terça-feira (10) com um balanço de 19 presos pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Mais de 350 homens, entre eles 88 delegados, foram às ruas de Campo Grande, zona oeste, para cumprir cerca de 80 mandados expedidos pela Justiça, entre pedidos de prisão e de busca e apreensão.
Entre os detidos, estão dois policiais militares da ativa. Um deles já foi identificado: é Ivo Matos da Costa Junior, conhecido por Tomate, tido como o matador do grupo. "São, infelizmente, homens que deveriam servir ao povo, mas que estavam envolvidos e dando cobertura para ação dos bandidos", explica Ronaldo de Oliveira, diretor geral de polícia da capital. Segundo ele, os criminosos eram conhecidos como uma importante força paralela na cidade e tinham o perfil típico das milícias. O bando era formado por ex-policiais e ex-bombeiros que, em nome da expulsão dos traficantes, costumavam oferecer para comunidades carentes segurança em troca de pequenos pagamentos periódicos.
Entre os detidos, estão dois policiais militares da ativa. Um deles já foi identificado: é Ivo Matos da Costa Junior, conhecido por Tomate, tido como o matador do grupo. "São, infelizmente, homens que deveriam servir ao povo, mas que estavam envolvidos e dando cobertura para ação dos bandidos", explica Ronaldo de Oliveira, diretor geral de polícia da capital. Segundo ele, os criminosos eram conhecidos como uma importante força paralela na cidade e tinham o perfil típico das milícias. O bando era formado por ex-policiais e ex-bombeiros que, em nome da expulsão dos traficantes, costumavam oferecer para comunidades carentes segurança em troca de pequenos pagamentos periódicos.

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